Tecnologias

Plataforma e entrega

nível aplicado-em-producao

Trabalho com aplicação nos dois modelos: rodando em servidor Windows com IIS e rodando em contêiner no Kubernetes. Saber me virar nos dois é a competência, porque enquanto os dois estiverem no ar escolher um lado não é opção.

O que eu faço

  • Empacotar aplicação .NET em imagem, com registry privado, versionamento e imutabilidade de tag
  • Levar para contêiner aplicação que não nasceu para isso
  • Declarar worker como tarefa agendada do cluster, com a periodicidade fora do código da aplicação
  • Diagnosticar entrega que falhou lendo pipeline, registry e estado de sincronização
  • Usar contêiner efêmero em teste de integração, para provar comportamento contra banco real
  • Subir dependência de desenvolvimento local por compose

Duas coisas que já me morderam

Tag de imagem imutável. Regravar conteúdo diferente na mesma tag quebra a sincronização em silêncio, e o cluster acha que está atualizado. Recusar a regravação é o que evita passar uma tarde procurando por que a versão nova não subiu.

O estado desejado é um commit. Rollback é reverter, não comando aplicado por alguém, e isso muda como se investiga incidente: o histórico do que estava no ar fica legível.

Onde eu paro

Não administro cluster. Não escrevo chart base, não configuro rede nem política de segurança, e quando o problema é da plataforma quem resolve não sou eu.

O que eu faço é entender o suficiente para levar a aplicação para lá, separar o que é problema da aplicação do que é problema de infraestrutura, e dar o contexto certo para quem cuida dela. É uma posição confortável de ocupar e vale declarar, porque desenvolvedor que não sabe onde a própria aplicação roda transforma todo incidente em bilhete para outra equipe.

Também não tenho experiência com service mesh nem com observabilidade distribuída por tracing.

Onde apliquei

Monitoramento industrial

Experiência · Atendimento

Pablo Mickael Quevedo Senior Software Engineer · Novo Hamburgo, RS